Splosh! O Círculo que queria ser diferente
Vão estar lá bolas de tinta à espera de ser atiradas. Depois é contigo — onde é que vão dar, que cores vão explodir, o que é que sai do outro lado. Splosh! é basicamente isso: sentir as cores acontecer, sem preocupações de acertar em sítio nenhum ou fazer algo “bem”.
O Atelier é o espaço onde não há certo nem errado, onde a criatividade é mesmo livre. Se és bebé, criança ou vens com a família, a ideia é a mesma — criar sem filtros, explorar, sujar-se de tinta e descobrir o que acontece quando deixas a cor tomar conta.
O que pode viver aqui
Um atelier de portas abertas: entras, mexes, crias e, se te apetecer, voltas mais tarde para continuar. O convite é simples — dar corpo a micro-mundos com barro e madeira. Amassar, pressionar, riscar, encaixar pedaços, levantar caminhos e volumes. Cada gesto fica no espaço e puxa o seguinte: o teu, o de outra pessoa, o de uma criança curiosa que chega a seguir.
A ideia é compor em conjunto a partir de fragmentos — restos que contam histórias — e ver como se transformam em presente quando mudam de mãos. Não há um “certo” final: há pistas, conversas sem palavras, camadas sobrepostas. Pequenas estruturas podem nascer, desmanchar-se e renascer, enquanto o grupo experimenta ritmos, texturas e formas. É um lugar para observar, propor e deixar que as coisas aconteçam com calma, ao ritmo das mãos sujas de barro.
Quem propõe é o Projeto Kalambaka, espaço de criação e reflexão sobre a infância onde arte e educação se cruzam. Inspirado na abordagem de Reggio Emilia, traz para este atelier uma atenção especial à curiosidade, ao processo e às múltiplas linguagens de expressão. Aqui, cada pessoa encontra a sua maneira de participar — construindo, sugerindo, colaborando — e o resultado fica sempre aberto, vivo e em movimento.