Academia Prometeu – Comunidade de Leitores
A Academia Prometeu é espaço onde encontrarás pessoas da tua idade com quem podes partilhar e descobrir leituras, histórias, autores e personagens favoritas.
Todos os meses sugerimos um livro, mas és livre de escolher os livros e leituras que queres partilhar.
Orquestra Jazz de Leiria + Paula Oliveira- 11º OJL Jazz Sessions
A Orquestra Jazz de Leiria (OJL), um projeto da autoria do músico César Cardoso, surgiu em Fevereiro de 2011 com o objectivo de criar uma formação de qualidade que reunisse os músicos da região que se dedicassem à prática de este estilo de música.
O repertório engloba desde os clássicos de Count Basie, Duke Ellington, Thad Jones, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, a compositores contemporâneos como Mário Laginha, Bob Brookmeyer, Maria Schneider, Claus Nymark, César Cardoso, Pedro Moreira, Tomás Pimentel, Bernardo Sassetti, Pedro Nobre entre outros.
As colaborações com convidados foram muito bem recebidas pelo público. Concertos anteriores contaram já com a participação de Vânia Fernandes, David Fonseca, Maria João, Herman José, Luísa Sobral, Áurea, Tiago Bettencourt, Pedro Abrunhosa, Ana Bacalhau, Camané, Sara Tavares, António Zambujo, Jorge Palma, Simone de Oliveira, Miguel Araújo, Salvador Sobral, Carminho, Gisela João, Kurt Elling, Samuel Úria, Tatanka, Maria Schneider, Jon Faddis, Paulo de Carvalho e Fay Claassen, com arranjos da autoria de membros da orquestra.
A atividade da OJL vai ainda mais além, participando regularmente em outros concertos de iniciativa própria, de cariz social e de outras entidades, como o Espetáculo Solidário para Pedrogão Grande a favor das vítimas dos incêndios, a Gala “Cenoura na calçada”, a favor da causa do João Silva, o já conhecido “Há música na cidade”, organizado pelo Jornal de Leiria, o festival “A Arte da Big Band”, que reúne anualmente em Lisboa formações do género de toda a Europa, Bienal Ibéria do Património Cultural (Valladolid), Festival MeaJazz, Festival Leiria Cidade Criativa da Música, Festival Jazz da Batalha, Festival Serralves em Festa e FÓLIO Festival Literário Internacional (Óbidos).
Ao longo da sua existência a orquestra produziu e realizou dezenas de concertos, muitos deles com convidados especiais, das mais variadas áreas da música Portuguesa. Estes concertos foram específica e individualmente preparados para cada um dos artistas convidados, que viram a sua música “reescrita”, adaptada e arranjada ao contexto de “Big Band”.
Em 2021 lançou o primeiro álbum ao qual deu o nome de “Dez”, e contou com os convidados David Fonseca, Luísa Sobral, Aurea, Maria João, Pedro Abrunhosa, Ana Bacalhau, Vânia Fernandes, Camané, Jorge Palma, Pedro Moreira, Miguel Araújo, Tomás Pimentel, Herman José e António Zambujo, e contém um tema inédito, escrito pelo David Fonseca e com arranjo de César Cardoso que é o single do disco.
Em 2026 lançou o segundo álbum intitulado “Bridges”, e contou com a participação de artistas nacionais e internacionais: Paulo de Carvalho, Kurt Elling, Tatanka, Samuel Úria, Jon Faddis, Kiko Pereira e Maria Schneider.
Paula Oliveira, uma das mais destintas cantoras de Jazz portuguesas, junta-se à OJL para um concerto que passa pelos Standards do Jazz, música original e covers.
A direção artística está ao cargo do músico César Cardoso.
AXES “Hexagon”- 11º OJL Jazz Sessions
Constituindo ao longo dos últimos anos um dos principais focos criativos do saxofonista e compositor João Mortágua, este sexteto editou o seu álbum de estreia em Junho de 2017, firmando desde logo uma estética composicional arrojada, transversal e eclética, numa “fusão entre o erudito e o urbano, uma ode ao pássaro citadino e à geometria pagã”. Disse a crítica que é “um disco excelente de ouvir, (…) com ideias musicais muito interessantes de seguir” (jazz.pt), em que “cada melodia abre um caminho amplo, derrubando tudo à sua frente” (Bird is the worm). Foi eleito álbum do ano pela jazz.pt e pelo blog JazzLogical. Disse ainda Ian PaSerson, da All About Jazz, na cerimónia de encerramento da European Jazz Conference, que “esta é alguma da música mais vanguardista a ser feita na Europa neste momento; os Axes são um exemplo da música nova que os festivais deveriam estar a celebrar nos seus cartazes”. Depois de atuarem em festivais como o Spring On! (Casa da Música), KM.251 (Ponferrada), ou o InternaHonales Jazz Festival (Muenster), marcaram ainda presença nos festivais de jazz de Setúbal e de Belgrado, para além do Angra Jazz e do festival Antena2, entre outras datas em salas nacionais.
Em “Hexagon”, lançado em 2023, Mortágua dá definitivamente um passo em frente na história da banda, erguendo sobre os seus alicerces identitários toda uma nova construção geométrica, desta vez com a adição do baixo elétrico, baseada na narrativa
dos ângulos e dos polígonos. Partindo dessa premissa arquitetónica, a música deste novo álbum revela-se firme e impactante, buscando no equilíbrio entre a força e a emotividade o ónus do seu significado: uma permanente construção conjunta sobre a tela em branco que é a nossa passagem pelo mundo. Considerado um dos 10 melhores
álbuns jazz do ano pela revista jazz.pt (“música tão complexa quão fresca, fundada na
tradição do jazz, mas ávida de alargar horizontes”, “uma proposta esteticamente desafiante e transversal, prenhe de novas ideias, derrubando feudos e lançando sementes”) pelo Rimas e Batidas (“linhas, ângulos, vér1ces preenchidos por entusiasmado desempenho musical”), e nomeada para um Prémio Play da Música Portuguesa, a banda apresentou já este novo trabalho no Porto (Serralves e Rivoli), em Braga (Noite Branca e Pandemónio Jazz Fest), Viseu (Que Jazz é Este), Coimbra (Festival Jazz ao Centro), Teatro Municipal da Covilhã e no Tampere Jazz Festival (Finlândia).
João Mortágua, saxofone soprano e composição
José Soares, saxofone alto
Hugo Ciríaco, saxofone tenor
Rui Teixeira, saxofone barítono
Filipe Louro, baixo elétrico
Pedro Vasconcelos, bateria
Festival da Sardinha 2026
Ó chef, tem sardinha?
A Praia do Pedrógão volta a acolher o emblemático Festival da Sardinha, uma celebração da rainha da nossa gastronomia, que é confecionada pelas mãos dos melhores chefes.
O recinto, com capacidade para 800 lugares sentados, é constituído por diversas tasquinhas, dinamizadas por associações das freguesias do Coimbrão, Monte Redondo, Carreira, Monte Real e Carvide, aumentando a capacidade de servir sardinha assada, em colaboração com os restaurantes aderentes.
A decoração, inspirada na arte xávega, dá o enquadramento perfeito à estrela do festival: a sardinha assada, servida com o sabor autêntico da tradição local.
Mas nem só de sardinha se faz esta festa. A animação musical é outro dos destaques, com atuações musicais de diversos artistas portugueses.
O cartaz musical de 2026 promete noites inesquecíveis, com concertos às 22h30, reunindo artistas de renome, tais como João Paulo Rodrigues, Atôa, Emanuel, Nemanus, Smell Like 90’s e Rita Guerra.
Os visitantes poderão ainda usufruir de um espaço de lazer, ao ar livre, com áreas de animação infantil, mostra de artesanato e de outros produtos locais.
Ricardo Pinto/Nuno Costa Quinteto – 11º OJL Jazz Sessions
O quinteto de Ricardo Pinto e Nuno Costa nasce de uma longa relação artística, construída ao longo de vários anos de colaboração em diferentes projetos ligados ao jazz, muitos deles de autoria própria e partilhada – como foi o caso dos Yeti Project, onde desenvolveram uma linguagem musical cúmplice, exploratória e profundamente autoral. Este reencontro representa não apenas a continuidade desse percurso, mas também uma renovação criativa, assente na maturidade e na identidade musical de ambos.
Para este concerto especial, juntam-se músicos de referência incontornável na cena jazzística portuguesa: André Rosinha, no contrabaixo, e Pedro Felgar, na bateria – uma secção rítmica de excelência, reconhecida pela sua versatilidade, sensibilidade e forte presença em inúmeros projetos de relevo. O quinteto conta também com o jovem e talentoso pianista Pedro Lopes.
O resultado é um quinteto coeso e dinâmico, onde a composição e a improvisação se cruzam de forma orgânica. No dia 10 de julho, no festival de jazz em Leiria, o público será convidado a mergulhar num universo sonoro que oscila entre o lirismo e a experimentação, com espaço para novas composições e revisitações de temas que marcaram o percurso dos líderes.
Mais do que um concerto, será um momento de encontro entre trajetórias, linguagens e cumplicidades, onde a música se constrói em tempo real, com profundidade, risco e uma forte dimensão emocional – prometendo uma experiência intensa e memorável.
Ricardo Pinto – trompete
Nuno Costa – guitarra elétrica
Pedro Lopes -piano
André Rosinha – contrabaixo
Pedro Felgar – bateria
Festival de Folclore Manuel Artur dos Santos 2026
O Rancho da Região de Leiria volta a promover o Festival de Folclore “Manuel Artur Santos 2026” que pretende homenagear o legado de um Homem que em muito contribuiu para a cultura da Região de Leiria.
Este ano, além do Rancho anfitrião, como convidados, estarão o Grupo Folclórico o Cancioneiro de Ovar (Aveiro), Rancho Típico de Pombal e Rancho Típico de Vila Nova (Cernache, Coimbra).
Ciclo de Música Exploratória Portuguesa: Joana Guerra & Yaw Tembe + Má Estrela
Duas personalidades incontornáveis da música experimental e da improvisação unem-se agora em formato de dueto, após vários cruzamentos anteriores em diferentes contextos artísticos. O trompetista, compositor, artista visual e curador Yaw Tembe desenvolve uma prática marcada por uma investigação contínua sobre a fragilidade e a efemeridade, articulando som, imagem e pensamento num percurso multidisciplinar. Já Joana Guerra (que actuou no CMEP2021 em nome próprio e no CMEP2025 integrando o grupo Lantana) é uma compositora, violoncelista e cantora, que tem vindo a afirmar cada vez mais uma linguagem própria, alimentada por uma forte vocação colaborativa que atravessa a música, a dança e o teatro. No encontro entre o trompete e a eletrónica de Yaw Tembe e o violoncelo e a voz de Joana Guerra, emerge um território sonoro que propõe uma reflexão sobre o tempo como matéria em constante transformação, onde o passado e o futuro coexistem num equilíbrio instável. É neste campo de tensão entre matéria, memória e mutação que Joana Guerra e Yaw Tembe constroem uma estética muito própria, profundamente evocativa e em permanente devir.
Má Estrela é um projeto liderado pelo saxofonista Pedro Alves Sousa que se tem vindo a afirmar como um dos mais proeminentes da atual música exploratória portuguesa, situando-se na interseção entre a improvisação, a eletrónica e as culturas sonoras de matriz dub. Funcionando como uma formação aberta e mutável, o projeto reúne diferentes músicos e sensibilidades, assumindo-se como um espaço de criação coletiva em permanente transformação. A sua linguagem desenvolve-se a partir de uma reconfiguração do vocabulário do jazz, expandido através de processos de repetição, manipulação e espacialização do som entre texturas densas, pulsações arrastadas e camadas eletrónicas. A música deste colectivo mutante constrói um fluxo contínuo, onde o groove surge dilatado e reconfigurado, e onde as suas peças assumem um carácter processual, evoluindo como estados sonoros em constante mutação. A improvisação desempenha aqui, pois, um papel central. Ao vivo, apresentam-se como um organismo sonoro em construção, onde a dimensão performativa emerge da interação entre os músicos e transformação contínua da matéria sonora. Para assistir de mente aberta e espírito livre!
Concertos solidários às freguesias de Leiria – Monte Redondo
O Município de Leiria, em estreita articulação com as Juntas e Uniões de Freguesia, promove ao longo dos meses de maio e junho o ciclo de concertos solidários “75 Minutos de Paz”, uma iniciativa cultural de proximidade que coloca a música ao serviço das pessoas e do território.
Idealizado pelo pianista profissional Gerardo Rodrigues, o projeto concretiza-se na realização de 15 concertos gratuitos em diferentes freguesias do concelho, com particular enfoque nas zonas mais afetadas pela Tempestade Kristin. Esta iniciativa afirma-se como uma resposta sensível e humanizada, promovendo momentos de serenidade, conforto emocional e esperança junto das comunidades.
Um compromisso coletivo com proximidade e coesão
“75 Minutos de Paz” é fruto de um trabalho articulado entre o Município e as Juntas e Uniões de Freguesia, cujo papel é determinante na identificação das necessidades locais, na mobilização das populações e na criação das condições para acolher cada concerto.
Este esforço conjunto reforça a coesão territorial e garante que a iniciativa chega, de forma efetiva, a quem mais dela pode beneficiar. Nesse sentido, será promovida, sempre que necessário, a articulação local para assegurar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente idosos ou cidadãos mais diretamente impactados.
A música como espaço de encontro e renovação
Com uma duração aproximada de 75 minutos, cada concerto propõe uma experiência intimista e envolvente, onde a música surge como veículo de tranquilidade, introspeção e reconexão emocional.
O repertório, composto por temas originais de Gerardo Rodrigues, percorre diferentes estados de espírito e sensibilidade, incluindo peças como Saudade, Leveza, The Simple Things, Cumplicidade e Para Ti, entre outras.
Sobre o artista Gerardo Rodrigues
Gerardo Rodrigues é um pianista, compositor e produtor luso-americano, com um percurso consolidado na música, tanto na vertente artística como pedagógica.
Nascido em Nova Iorque, filho de emigrantes portugueses, regressou a Portugal ainda em criança, tendo estudado piano e composição no Conservatório Nacional de Lisboa. Iniciou a sua atividade docente aos 19 anos e desenvolveu, ao longo de várias décadas, uma carreira multifacetada.
Em 2000, venceu o Festival RTP da Canção 2000 como compositor e orquestrador com o tema “Sonhos Mágicos”. Ao longo do seu percurso, realizou dezenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, incluindo digressões com mais de uma centena de atuações.
Com “75 Minutos de Paz”, o Município de Leiria reafirma o papel da cultura enquanto instrumento de proximidade, inclusão e apoio às comunidades, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida através de uma programação cultural acessível e de forte impacto social.
Concertos solidários às freguesias de Leiria – Coimbrão
O Município de Leiria, em estreita articulação com as Juntas e Uniões de Freguesia, promove ao longo dos meses de maio e junho o ciclo de concertos solidários “75 Minutos de Paz”, uma iniciativa cultural de proximidade que coloca a música ao serviço das pessoas e do território.
Idealizado pelo pianista profissional Gerardo Rodrigues, o projeto concretiza-se na realização de 15 concertos gratuitos em diferentes freguesias do concelho, com particular enfoque nas zonas mais afetadas pela Tempestade Kristin. Esta iniciativa afirma-se como uma resposta sensível e humanizada, promovendo momentos de serenidade, conforto emocional e esperança junto das comunidades.
Um compromisso coletivo com proximidade e coesão
“75 Minutos de Paz” é fruto de um trabalho articulado entre o Município e as Juntas e Uniões de Freguesia, cujo papel é determinante na identificação das necessidades locais, na mobilização das populações e na criação das condições para acolher cada concerto.
Este esforço conjunto reforça a coesão territorial e garante que a iniciativa chega, de forma efetiva, a quem mais dela pode beneficiar. Nesse sentido, será promovida, sempre que necessário, a articulação local para assegurar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente idosos ou cidadãos mais diretamente impactados.
A música como espaço de encontro e renovação
Com uma duração aproximada de 75 minutos, cada concerto propõe uma experiência intimista e envolvente, onde a música surge como veículo de tranquilidade, introspeção e reconexão emocional.
O repertório, composto por temas originais de Gerardo Rodrigues, percorre diferentes estados de espírito e sensibilidade, incluindo peças como Saudade, Leveza, The Simple Things, Cumplicidade e Para Ti, entre outras.
Sobre o artista Gerardo Rodrigues
Gerardo Rodrigues é um pianista, compositor e produtor luso-americano, com um percurso consolidado na música, tanto na vertente artística como pedagógica.
Nascido em Nova Iorque, filho de emigrantes portugueses, regressou a Portugal ainda em criança, tendo estudado piano e composição no Conservatório Nacional de Lisboa. Iniciou a sua atividade docente aos 19 anos e desenvolveu, ao longo de várias décadas, uma carreira multifacetada.
Em 2000, venceu o Festival RTP da Canção 2000 como compositor e orquestrador com o tema “Sonhos Mágicos”. Ao longo do seu percurso, realizou dezenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, incluindo digressões com mais de uma centena de atuações.
Com “75 Minutos de Paz”, o Município de Leiria reafirma o papel da cultura enquanto instrumento de proximidade, inclusão e apoio às comunidades, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida através de uma programação cultural acessível e de forte impacto social.
Concertos solidários às freguesias de Leiria – Milagres
O Município de Leiria, em estreita articulação com as Juntas e Uniões de Freguesia, promove ao longo dos meses de maio e junho o ciclo de concertos solidários “75 Minutos de Paz”, uma iniciativa cultural de proximidade que coloca a música ao serviço das pessoas e do território.
Idealizado pelo pianista profissional Gerardo Rodrigues, o projeto concretiza-se na realização de 15 concertos gratuitos em diferentes freguesias do concelho, com particular enfoque nas zonas mais afetadas pela Tempestade Kristin. Esta iniciativa afirma-se como uma resposta sensível e humanizada, promovendo momentos de serenidade, conforto emocional e esperança junto das comunidades.
Um compromisso coletivo com proximidade e coesão
“75 Minutos de Paz” é fruto de um trabalho articulado entre o Município e as Juntas e Uniões de Freguesia, cujo papel é determinante na identificação das necessidades locais, na mobilização das populações e na criação das condições para acolher cada concerto.
Este esforço conjunto reforça a coesão territorial e garante que a iniciativa chega, de forma efetiva, a quem mais dela pode beneficiar. Nesse sentido, será promovida, sempre que necessário, a articulação local para assegurar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente idosos ou cidadãos mais diretamente impactados.
A música como espaço de encontro e renovação
Com uma duração aproximada de 75 minutos, cada concerto propõe uma experiência intimista e envolvente, onde a música surge como veículo de tranquilidade, introspeção e reconexão emocional.
O repertório, composto por temas originais de Gerardo Rodrigues, percorre diferentes estados de espírito e sensibilidade, incluindo peças como Saudade, Leveza, The Simple Things, Cumplicidade e Para Ti, entre outras.
Sobre o artista Gerardo Rodrigues
Gerardo Rodrigues é um pianista, compositor e produtor luso-americano, com um percurso consolidado na música, tanto na vertente artística como pedagógica.
Nascido em Nova Iorque, filho de emigrantes portugueses, regressou a Portugal ainda em criança, tendo estudado piano e composição no Conservatório Nacional de Lisboa. Iniciou a sua atividade docente aos 19 anos e desenvolveu, ao longo de várias décadas, uma carreira multifacetada.
Em 2000, venceu o Festival RTP da Canção 2000 como compositor e orquestrador com o tema “Sonhos Mágicos”. Ao longo do seu percurso, realizou dezenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, incluindo digressões com mais de uma centena de atuações.
Com “75 Minutos de Paz”, o Município de Leiria reafirma o papel da cultura enquanto instrumento de proximidade, inclusão e apoio às comunidades, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida através de uma programação cultural acessível e de forte impacto social.