Clube de Leitura para Jovens «Sociedade das Raposas»
A Sociedade das Raposas é…um Clube de Leitura onde encontrarás pessoas da tua idade descobrirás leituras, histórias, autores e personagens favoritas.
A Sociedade das Raposas é…um Clube de Leitura onde encontrarás pessoas da tua idade descobrirás leituras, histórias, autores e personagens favoritas.
A Sociedade das Raposas é…um Clube de Leitura onde encontrarás pessoas da tua idade descobrirás leituras, histórias, autores e personagens favoritas.
Já estás de férias? E preferes a areia quentinha ou a erva fresca nos teus pés?
E a fruta, qual é a tua preferida, melão docinho ou melancia fresca?
As histórias ensinam-te a explorar o mundo que te rodei, por isso vem descobrir um pouco mais na tua Bebeteca.
É verdade, já estamos de férias! Diversão e momentos em família e amigos são o melhor das férias… guardar as férias?!
Como? Onde
E guardar as férias para quê?
É melhor vires descobrir em mais uma Hora do Conto!
Verão é sinónimo de sol e praia, mas também de sombra fresca e jardins verdes.
Como a nossa Ludoteca, no Jardim da Almoinha Grande, oferece o fresquinho que uma tarde quente merece junte-se à Malharia e passe uma agradável tarde a fazer o que mais gosta; seja tricotar, crochetar, bordar…
Basta trazer os seus projetos, agulhas e materiais da arte de fios e juntar-se a esta comunidade criativa têxtil de Leiria.
Vamos fazer ter uma Bebeteca na nossa Ludoteca!
A dinâmica será igual à do próximo sábado, 18 de julho, por isso os papás inscrevem-se no dia que for mais conveniente.
Já estás de férias? E preferes a areia quentinha ou a erva fresca nos teus pés?
E a fruta, qual é a tua preferida, melão docinho ou melancia fresca?
As histórias ensinam-te a explorar o mundo que te rodei, por isso vem descobrir um pouco mais na tua Bebeteca na Ludoteca!
A Academia Prometeu é espaço onde encontrarás pessoas da tua idade com quem podes partilhar e descobrir leituras, histórias, autores e personagens favoritas.
Todos os meses sugerimos um livro, mas és livre de escolher os livros e leituras que queres partilhar.
A Academia Prometeu é espaço onde encontrarás pessoas da tua idade com quem podes partilhar e descobrir leituras, histórias, autores e personagens favoritas.
Todos os meses sugerimos um livro, mas és livre de escolher os livros e leituras que queres partilhar.
A Orquestra Jazz de Leiria (OJL), um projeto da autoria do músico César Cardoso, surgiu em Fevereiro de 2011 com o objectivo de criar uma formação de qualidade que reunisse os músicos da região que se dedicassem à prática de este estilo de música.
O repertório engloba desde os clássicos de Count Basie, Duke Ellington, Thad Jones, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, a compositores contemporâneos como Mário Laginha, Bob Brookmeyer, Maria Schneider, Claus Nymark, César Cardoso, Pedro Moreira, Tomás Pimentel, Bernardo Sassetti, Pedro Nobre entre outros.
As colaborações com convidados foram muito bem recebidas pelo público. Concertos anteriores contaram já com a participação de Vânia Fernandes, David Fonseca, Maria João, Herman José, Luísa Sobral, Áurea, Tiago Bettencourt, Pedro Abrunhosa, Ana Bacalhau, Camané, Sara Tavares, António Zambujo, Jorge Palma, Simone de Oliveira, Miguel Araújo, Salvador Sobral, Carminho, Gisela João, Kurt Elling, Samuel Úria, Tatanka, Maria Schneider, Jon Faddis, Paulo de Carvalho e Fay Claassen, com arranjos da autoria de membros da orquestra.
A atividade da OJL vai ainda mais além, participando regularmente em outros concertos de iniciativa própria, de cariz social e de outras entidades, como o Espetáculo Solidário para Pedrogão Grande a favor das vítimas dos incêndios, a Gala “Cenoura na calçada”, a favor da causa do João Silva, o já conhecido “Há música na cidade”, organizado pelo Jornal de Leiria, o festival “A Arte da Big Band”, que reúne anualmente em Lisboa formações do género de toda a Europa, Bienal Ibéria do Património Cultural (Valladolid), Festival MeaJazz, Festival Leiria Cidade Criativa da Música, Festival Jazz da Batalha, Festival Serralves em Festa e FÓLIO Festival Literário Internacional (Óbidos).
Ao longo da sua existência a orquestra produziu e realizou dezenas de concertos, muitos deles com convidados especiais, das mais variadas áreas da música Portuguesa. Estes concertos foram específica e individualmente preparados para cada um dos artistas convidados, que viram a sua música “reescrita”, adaptada e arranjada ao contexto de “Big Band”.
Em 2021 lançou o primeiro álbum ao qual deu o nome de “Dez”, e contou com os convidados David Fonseca, Luísa Sobral, Aurea, Maria João, Pedro Abrunhosa, Ana Bacalhau, Vânia Fernandes, Camané, Jorge Palma, Pedro Moreira, Miguel Araújo, Tomás Pimentel, Herman José e António Zambujo, e contém um tema inédito, escrito pelo David Fonseca e com arranjo de César Cardoso que é o single do disco.
Em 2026 lançou o segundo álbum intitulado “Bridges”, e contou com a participação de artistas nacionais e internacionais: Paulo de Carvalho, Kurt Elling, Tatanka, Samuel Úria, Jon Faddis, Kiko Pereira e Maria Schneider.
Paula Oliveira, uma das mais destintas cantoras de Jazz portuguesas, junta-se à OJL para um concerto que passa pelos Standards do Jazz, música original e covers.
A direção artística está ao cargo do músico César Cardoso.
Constituindo ao longo dos últimos anos um dos principais focos criativos do saxofonista e compositor João Mortágua, este sexteto editou o seu álbum de estreia em Junho de 2017, firmando desde logo uma estética composicional arrojada, transversal e eclética, numa “fusão entre o erudito e o urbano, uma ode ao pássaro citadino e à geometria pagã”. Disse a crítica que é “um disco excelente de ouvir, (…) com ideias musicais muito interessantes de seguir” (jazz.pt), em que “cada melodia abre um caminho amplo, derrubando tudo à sua frente” (Bird is the worm). Foi eleito álbum do ano pela jazz.pt e pelo blog JazzLogical. Disse ainda Ian PaSerson, da All About Jazz, na cerimónia de encerramento da European Jazz Conference, que “esta é alguma da música mais vanguardista a ser feita na Europa neste momento; os Axes são um exemplo da música nova que os festivais deveriam estar a celebrar nos seus cartazes”. Depois de atuarem em festivais como o Spring On! (Casa da Música), KM.251 (Ponferrada), ou o InternaHonales Jazz Festival (Muenster), marcaram ainda presença nos festivais de jazz de Setúbal e de Belgrado, para além do Angra Jazz e do festival Antena2, entre outras datas em salas nacionais.
Em “Hexagon”, lançado em 2023, Mortágua dá definitivamente um passo em frente na história da banda, erguendo sobre os seus alicerces identitários toda uma nova construção geométrica, desta vez com a adição do baixo elétrico, baseada na narrativa
dos ângulos e dos polígonos. Partindo dessa premissa arquitetónica, a música deste novo álbum revela-se firme e impactante, buscando no equilíbrio entre a força e a emotividade o ónus do seu significado: uma permanente construção conjunta sobre a tela em branco que é a nossa passagem pelo mundo. Considerado um dos 10 melhores
álbuns jazz do ano pela revista jazz.pt (“música tão complexa quão fresca, fundada na
tradição do jazz, mas ávida de alargar horizontes”, “uma proposta esteticamente desafiante e transversal, prenhe de novas ideias, derrubando feudos e lançando sementes”) pelo Rimas e Batidas (“linhas, ângulos, vér1ces preenchidos por entusiasmado desempenho musical”), e nomeada para um Prémio Play da Música Portuguesa, a banda apresentou já este novo trabalho no Porto (Serralves e Rivoli), em Braga (Noite Branca e Pandemónio Jazz Fest), Viseu (Que Jazz é Este), Coimbra (Festival Jazz ao Centro), Teatro Municipal da Covilhã e no Tampere Jazz Festival (Finlândia).
João Mortágua, saxofone soprano e composição
José Soares, saxofone alto
Hugo Ciríaco, saxofone tenor
Rui Teixeira, saxofone barítono
Filipe Louro, baixo elétrico
Pedro Vasconcelos, bateria