Festival de Jazz Marinha Grande 2026: música em São Pedro de Moel e associações

O Festival de Jazz da Marinha Grande regressa em julho de 2026 com uma rota sonora que passa por São Pedro de Moel e por palcos associativos do concelho. Na 12.ª edição, a organização volta a apostar na descentralização, solução reforçada pela indisponibilidade do Teatro Stephens, ainda inoperacional após os estragos provocados pela depressão Kristin.

“Diferentes linguagens musicais e espaços de fruição”.

É esta a linha programática sublinhada pela autarquia, que indica datas a 10, 11, 17, 18, 24 e 25 de julho. Em paralelo, a programação avançada pela imprensa regional destaca seis concertos distribuídos entre a Praça Afonso Lopes Vieira, em São Pedro de Moel, o Sport Operário Marinhense (SOM) e o Auditório da Associação da Comeira.

O que vai acontecer

O arranque está marcado para sexta-feira, 10 de julho, no SOM, às 21h30, com “Margem”, do Maria Carvalho Quinteto, num tributo a José Mário Branco. No sábado, 11 de julho, a música sobe à Praça Afonso Lopes Vieira, em São Pedro de Moel, às 22h00, com a cantora Sara Lilu e o contrabaixista Romeu Tristão.

Na sexta-feira seguinte, 17 de julho, o mesmo espaço de São Pedro de Moel recebe “Inevitável”, projeto de Gileno Santana e Rocho. Já a 18 de julho, o Auditório da Comeira acolhe o quarteto liderado por Francisco Gomes com “Beyond Colossus”.

No último fim de semana do mês, São Pedro de Moel volta a ser destino com a dupla Sara Serpa e André Matos, no dia 25 de julho.

Em comunicado, o Município indica que o festival decorre entre 10 e 25 de julho, somando seis concertos na edição deste ano. A informação oficial refere ainda programação para públicos a partir dos 3 anos, mantendo o espírito de aproximação entre artistas, vários espaços e diferentes formas de escuta.

Cartaz por datas

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