Ideias e Brincadeiras – «Amigos, amigos..»
Neste mês de julho há uma grande missão,
Celebrar os amigos com todo o coração!
Seja na escola, no parque ou na rua,
A força da amizade é o que nos põe na lua.
O amigo é aquele que sabe partilhar,
Que empresta o brinquedo e nos faz rir à gargalhada.
Se o dia corre mal ou se vais tropeçar,
Ele dá-te a mão na hora mais complicada.
Por isso vamos todos celebrar,
Dar um abraço apertado e um belo sorriso.
Porque o mundo fica melhor a cantar,
E ter bons amigos é tudo o que preciso!
Meditação na Biblioteca
Nos dias quentes de verão, o fresquinho da nossa Ludoteca convida a um final de tarde calmo e tranquilo com mais uma sessão de Meditação na Biblioteca.
Venha sozinho, com um amigo ou em família, mas venha à Ludoteca para usufruir de uma atividade que também permitirá equilibrar o corpo e a mente.
Algumas práticas:
– Círculo de Om Chanting;
– Projeto Mantra;
– Babaji Surya Namaskar;
– Cântico de Mantras/Kirtan;
– Pintura de Mantras.
Traga roupa confortável, uma toalha, esteira ou almofada e junte-se a este grupo de meditação na Ludoteca.
Concertos solidários às freguesias de Leiria – Milagres
O Município de Leiria, em estreita articulação com as Juntas e Uniões de Freguesia, promove ao longo dos meses de maio e junho o ciclo de concertos solidários “75 Minutos de Paz”, uma iniciativa cultural de proximidade que coloca a música ao serviço das pessoas e do território.
Idealizado pelo pianista profissional Gerardo Rodrigues, o projeto concretiza-se na realização de 15 concertos gratuitos em diferentes freguesias do concelho, com particular enfoque nas zonas mais afetadas pela Tempestade Kristin. Esta iniciativa afirma-se como uma resposta sensível e humanizada, promovendo momentos de serenidade, conforto emocional e esperança junto das comunidades.
Um compromisso coletivo com proximidade e coesão
“75 Minutos de Paz” é fruto de um trabalho articulado entre o Município e as Juntas e Uniões de Freguesia, cujo papel é determinante na identificação das necessidades locais, na mobilização das populações e na criação das condições para acolher cada concerto.
Este esforço conjunto reforça a coesão territorial e garante que a iniciativa chega, de forma efetiva, a quem mais dela pode beneficiar. Nesse sentido, será promovida, sempre que necessário, a articulação local para assegurar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente idosos ou cidadãos mais diretamente impactados.
A música como espaço de encontro e renovação
Com uma duração aproximada de 75 minutos, cada concerto propõe uma experiência intimista e envolvente, onde a música surge como veículo de tranquilidade, introspeção e reconexão emocional.
O repertório, composto por temas originais de Gerardo Rodrigues, percorre diferentes estados de espírito e sensibilidade, incluindo peças como Saudade, Leveza, The Simple Things, Cumplicidade e Para Ti, entre outras.
Sobre o artista Gerardo Rodrigues
Gerardo Rodrigues é um pianista, compositor e produtor luso-americano, com um percurso consolidado na música, tanto na vertente artística como pedagógica.
Nascido em Nova Iorque, filho de emigrantes portugueses, regressou a Portugal ainda em criança, tendo estudado piano e composição no Conservatório Nacional de Lisboa. Iniciou a sua atividade docente aos 19 anos e desenvolveu, ao longo de várias décadas, uma carreira multifacetada.
Em 2000, venceu o Festival RTP da Canção 2000 como compositor e orquestrador com o tema “Sonhos Mágicos”. Ao longo do seu percurso, realizou dezenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, incluindo digressões com mais de uma centena de atuações.
Com “75 Minutos de Paz”, o Município de Leiria reafirma o papel da cultura enquanto instrumento de proximidade, inclusão e apoio às comunidades, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida através de uma programação cultural acessível e de forte impacto social.
Sobre o Silêncio – Exposição de fotografia de António Bracons
Sinopse
Fazer silêncio, estar em silêncio, sentir-me em silêncio.
O silêncio não é uma realidade em si, mas uma relação com o mundo. Só o silêncio permite uma escuta interior.
O fotógrafo é uma pessoa de silêncio. O próprio ato de fotografar, em si, é, tantas vezes, um ato de silêncio. Silêncio pessoal e interior, ainda que por breves instantes, como não havendo nada mais em redor, nada perturbando ou interferindo.
Há também o silêncio da imagem.
A fotografia, ao contrário do cinema ou da televisão, não produz qualquer rumor. Uma fotografia é uma folha de papel, é uma imagem num écran. E tanto a folha de papel como o ecrã são mudos, silenciosos. A folha de papel pode ainda ter um som próprio, no pegar no agitar, no pousar. Mas é um som do silêncio, próprio, que não perturba.
Há ainda o silêncio quando se vê uma fotografia. Um silêncio interior que se abre para ver aquela imagem, para escutar a imagem.
E tantas vezes, o silêncio fica depois de ver uma imagem.
Inauguração da exposição e apresentação do livro homónimo, a 20 de junho, às 16h.
Biografia
António Bracons nasceu em Leiria, em 1965. É licenciado em Engenharia Civil, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Vive em Odivelas.
Da sua formação destaca-se: Curso de Iniciação, Centro de Estudos de Fotografia da A.A.C., em Coimbra (1984/85), curso O Projeto Fotográfico, Cooperativa Diferença, Lisboa (1995), pós-graduação em Estudos de Fotografia, IADE, Lisboa (2002/03) e a Escola Informal de Fotografia, sob orientação de Susana Paiva (2020/2021/2022).
É autor e dinamizador do blogue Fascínio da Fotografia: https://fasciniodafotografia.com/ , onde divulga a sua obra e a fotografia portuguesa em geral.
É em Coimbra que edita as suas primeiras publicações: os portfólios “De Noite e Ao Amanhecer” (1990), “Alguns Passos na Alta de Coimbra” (1990) e “Pombal” (1991); a Universidade de Coimbra publica “O Olhar de D. João” (1997, 2.ª ed., 1998). Foi o autor e designer do livro “A Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos da Ramada” (2004) e publicou os livros “Sobre o Silêncio” (2020, 2.ª ed. 2026), “Ingenium” (2022) e “O elogio do fragmento” (2024).
Realizou diversas exposições individuais e participou em várias exposições coletivas.
Tem colaborado com publicações, feito comunicações e participado em conversas, dá aulas, entre outras atividades na área da fotografia.
Festival Beira-Rio
O Festival Beira-Rio é uma produção própria do Orfeão de Leiria, uma maratona musical que envolve todas as suas valências: escola de música, escola de dança, conservatório sénior e o Coro do Orfeão de Leiria. Trata-se de uma produção artística nas áreas da música e da dança, oriunda das escolas de música e de dança do Orfeão de Leiria que acontece, em 2026, pelo 10º ano consecutivo, nos dias 19, 20 e 21 de junho, destinada às famílias e comunidade em geral. O evento atrai uma grande afluência de público ao parque “Polis” junto ao rio Lis, integrando 5 espaços distintos: uma sala convencional, o Teatro José Lúcio da Silva, outro ao ar livre, o Jardim de Santo Agostinho, 2 espaços museológicos municipais, o Museu de Leiria e o Moinho do Papel e um espaço religioso, a Igreja de Sto. Agostinho. Serão três dias de muita música e dança envolvendo mais de 800 intervenientes, incluindo as formações artísticas profissionais e semiprofissionais.
Neste fim de semana de junho, a cidade de Leiria é revitalizada pelas mais variadas sonoridades e danças, desde o clássico convencional aos arrojados argumentos da modernidade, espalhados pelos diversos palcos existentes no evento, numa produção original que contará com a participações musicais de Coros, da Big Band do Orfeão de Leiria, das Orquestras de Sopros, de Cordas e de Guitarras, entre muitos outros, como a Camerata do Orfeão de Leiria.
Um dos destaques da programação é o espetáculo de dança “Sépia”, no dia 20 de junho às 17h00, no Teatro José Lúcio da Silva. É um espetáculo original, criado pelo Departamento de Dança da Escola de Música do Orfeão de Leiria: “Olhamos para um Portugal do século XX com os nossos olhos de século XXI. Lembramos um tempo pouco distante, mas do qual já sentimos saudades. Esses dias cheiravam a torradas feitas ao lume, a pés que pisavam as uvas para fazer vinho uma vez por ano, a papas secas coladas às mãos. Temos saudades dos beijos de uma tia-avó que nos picavam as bochechas, do anúncio do amolador, do apito do padeiro que nos deixava o pão dentro da saca ou das descamisadas. Ninguém trancava as portas! A palavra era mais séria que um contrato. As avós faziam concursos: quem tinha mais mazelas ganhava. Tratamos certas conversas de circunstância como molduras de um quadro que alguém um dia pintou… ou de um espelho para o qual de vez em quando ainda gostamos de espreitar. “
Apresentação do livro «Do Outro Lado do Oceano (Across the Ocean)»
Apresentação do livro «Do Outro Lado do Oceano (Across the…
Think Conference ’26
A Think Conference 2026 regressa a Leiria nos dias 12 e 13 de junho, no Teatro José Lúcio da Silva. Organizada pela Digital Elevation, a conferência reúne durante dois dias um painel de 18 oradores especialistas em Marketing, Empreendedorismo, Gestão e Negócios — com nomes como Paulo Faustino, Regina Santana, Sérgio Leal e Kelwin Fernandes, entre muitos outros.
Com cerca de 700 participantes esperados e mais de 300 empresários confirmados, é um dos maiores eventos do género em Portugal — e acontece mesmo aqui em Leiria. Uma oportunidade para aprender, fazer contactos e estar a par das tendências que estão a moldar os negócios hoje.
Os anfitriões da conferência são Regina Santana e Paulo Faustino, co-fundadores do Artha Group — o grupo por detrás da Digital Elevation, da Academia de Marketing Digital, da Sales Consulting e de outras marcas do sector. Ambos são referências conhecidas no mundo do empreendedorismo em Portugal.
Alguns dos oradores confirmados
Entre os nomes confirmados para 2026 estão:
- Regina Santana — co-fundadora do Artha Group e especialista em Gestão e Liderança, com vasta experiência a ajudar empresários a escalar os seus negócios. A Digital Elevation, empresa que co-lidera, é PME Líder, PME Excelência e Empresa Gazela;
- Paulo Faustino — co-fundador do Artha Group, reconhecido como um dos profissionais mais influentes nas áreas de Gestão, Marketing e Vendas em língua portuguesa. É o empreendedor a quem outros empreendedores recorrem para escalar e acelerar negócios;
- Kelwin Fernandes — cofundador e CEO da NILG.AI, doutorado em IA pela Universidade do Porto, com mais de 100 empresas acompanhadas em processos de transformação digital;
- Sérgio Leal — ex-Chief Marketing Officer da McDonald’s Portugal durante sete anos, distinguido como Marketeer do Ano em 2024 e 2025;
- Nuno Santos — violinista e aventureiro português, criador do projecto Música, Oceano e Montanhas, classificado pela Fodor’s Travel como o homem mais interessante de Portugal;
- Maria Khaled — fundadora da Maria das Letras, uma empresa com mais de 30 artistas, 1500 casamentos contratados e uma faturação acima de 1 milhão de euros;
- Mauro Frota — fundador da BHOUT, a empresa por detrás do primeiro saco de boxe com inteligência artificial do mundo;
- Bernardo Seixas — CEO da Granter, que criou um agente de IA para automatizar todo o processo de acesso a financiamento público;
- João Mota — membro do conselho de administração da VOID Software e da Startup Leiria, com mais de 20 anos de experiência em negócios internacionais;
- Camilo Coutinho — estrategista em vídeo marketing e fundador da Double Play Media, escolhido pelo YouTube para integrar o programa YouTube Contributors;
- Adriana da Costa — consultora especializada em fiscalidade de criptoativos e regulação europeia, com passagem pela Deloitte.
Centro de Artes – Villa Portela
Há lugares em Leiria que sempre estiveram aqui — mas que estavam à espera de outra vida. A Villa Portela é um deles.
Nasceu em 1895, do sonho de Roberto Charters Henriques d’Azevedo. Era para ser uma casa de veraneio — um chalet romântico onde a família escapava ao ruído da cidade sem precisar de sair dela. Mais de cem anos depois, está classificada como Monumento de Interesse Municipal e voltou a abrir portas. Mas agora abre-as a quem nunca lá entrou.
Desde 14 de Setembro de 2025, a Villa Portela é o Centro de Artes Villa Portela, o novo grande polo de Arte Contemporânea da cidade. Um espaço público, gratuito, dedicado a criar, mostrar, pensar e discutir arte — em todas as suas formas, das mais clássicas às mais experimentais.
Lá dentro há de tudo: galeria, Biblioteca de Arte, Laboratório Criativo, cafetaria, e um jardim de 17 mil metros quadrados com lago e percursos onde a cidade desaparece por momentos. As antigas dependências da quinta — que outrora foram estábulos — são hoje pátios, salas e espaços de criação. Nada se demoliu. Tudo se reabriu.
A primeira exposição trouxe a coleção de Arte Contemporânea do Estado Português. E isto é só o princípio.
Vem ver. Vem ficar. Vem trazer alguém.
Entrada gratuita Horário (Out–Mar): Segunda a Domingo · 09h30–18h00 Horário (Abr–Set): Segunda a Domingo · 10h00–18h00
BAG – Banco das Artes Galeria
Há edifícios em Leiria que mudam de função, mas nunca de importância. O Banco das Artes Galeria é um deles.
Foi desenhado por Ernesto Korrodi, começou a ser construído em 1924 e abriu portas a 17 de Janeiro de 1929 como a agência do Banco de Portugal — um daqueles edifícios que se levantavam para mostrar à cidade que ali se guardava algo de valor. Quase um século depois, o valor continua lá dentro. Só mudou de forma.
Hoje, a BAG é o primeiro espaço da cidade inteiramente dedicado à Arte Contemporânea. É aqui que jovens artistas de Leiria expõem pela primeira vez. É aqui que projetos curatoriais mais arrojados encontram parede, luz e contexto. É aqui que a cidade aprende a olhar de outra maneira.
Em conjunto com o Centro de Artes Villa Portela, a BAG forma o eixo onde Leiria assume, sem hesitação, que a arte é parte da sua linguagem.
Entra. Vê. Volta com outros olhos.
Horário Seg–Sex · 9h00–12h30 · 14h00–17h30 Sáb, Dom e Feriados · 9h30–13h00 · 14h00–18h00
La Fille mal gardée
La Fille mal gardée: O bailado cómico que celebra o amor verdadeiro
A história de Lise e Colas chega ao palco do Teatro José Lúcio da Silva numa produção do Conservatório Ballet e Dança Annarella Sanchez. La Fille mal gardée é um clássico da dança que mistura romance rural com humor e leveza — tudo isto a 20 de julho de 2026, às 21h30.
Uma trama de amor contra a vontade parental
Numa aldeia campestre, Lise é uma rapariga apaixonada por Colas, um jovem do mesmo lugar. Contudo, a mãe viúva de Lise — Simone — tem planos diferentes. Quer casar a filha com Alain, herdeiro de um rico proprietário, independentemente dos sentimentos de Lise.
O que se segue é uma sequência de tentativas de Simone para impedir o romance, enquanto os dois apaixonados encontram sempre novas maneiras de se encontrarem em segredo. Mal-entendidos cómicos, situações hilariantes e momentos de ternura pontuam a narrativa.
Dança popular e espírito rural
Este bailado é conhecido pela sua leveza e pelo uso de dança folclórica, criando uma atmosfera autêntica e próxima ao quotidiano campestre. O resultado final não decepciona: Lise e Colas conseguem superar todos os obstáculos, o amor triunfa e os planos de Simone desmoronam-se.
Com Margarita Fernandes na primeira solista e António Casalinho como bailarino principal, a produção promete uma interpretação de qualidade.
Informações práticas
- Título: La Fille mal gardée
- Local: Teatro José Lúcio da Silva
- Data: 20 de julho de 2026
- Hora: 21h30
- Público: A partir dos 6 anos
- Bilhetes: Comprar aqui