Over Our Heads
Over Our Heads chega à Black Box no dia 6 de novembro para uma experiência imersiva onde a dança e a instalação se encontram. Uma proposta de Marta Cerqueira que desafia o público a ser mais do que espectador — aqui, és parte integrante da obra.
Uma instalação que convida à participação
Este projeto transforma o espaço de apresentação num cenário de exploração. Os elementos distribuídos pela sala fomentam interferências subtis com a obra, criando um lugar de convívio pensado para ser atravessado por cada visitante. Não é apenas para ver — é para existir, brincar e reinventar constantemente.
A brincadeira funciona como ferramenta de interpretação e descoberta do mundo. Quando jogamos, permitimo-nos abandonar convenções de comportamento, baixar defesas e entrar num espaço de possibilidades infinitas, de experimentação genuína e escuta atenta.
Coreografia construída em tempo real
Over Our Heads é, simultaneamente, instalação e início de uma coreografia. Mas quem a constrói é o próprio público, através de percepções, perspectivas e afetos partilhados. Um convite direto à exploração do corpo e do espaço, onde todas as pessoas são intervenientes e intérpretes.
Somos, alternadamente, coreografia e cenografia, composição e improvisação. Uma arte final fugaz e em permanente evolução — manifesto vivo da primeira inspiração à derradeira expiração.
Informações práticas do evento
- Local: Black Box
- Data: 6 de novembro de 2026
- Hora: 21h30
- Duração: 40 minutos
- Público: Maiores de 6 anos
- Entrada: Livre (lotação limitada)
- Contacto: [email protected]
Projeto da Companhia Marta Cerqueira, coproduzido por Culturgest, Materiais Diversos e Teatro Louletano. Financiado pela Direção Geral das Artes do Ministério da Cultura da República Portuguesa.
Museus Imaginários – Residência Artística
Museus Imaginários: Uma Residência Artística para Explorar o Corpo no Espaço Expositivo
O m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento abre as portas para uma experiência imersiva de dança e mediação cultural. A residência artística “Museus Imaginários”, criada pela bailarina Inesa Markava, convida o público a deixar de ser espectador e a participar ativamente nesta proposta única que acontece a 14 de novembro de 2026, entre as 14h30 e as 15h30.
O Que Te Espera Nesta Residência
Diferente de um workshop convencional, esta atividade combina formação em mediação artístico-cultural com prática corporal no contexto museológico. A proposta mergulha no potencial transformador do movimento como ferramenta de comunicação entre obra de arte e visitante. Através de exercícios práticos e reflexão teórica, descobre como a dança pode reconfigurar a experiência expositiva.
Não é necessária formação anterior em dança para participar. O foco está em compreender o corpo como linguagem e explorar novas formas de interação com o espaço e a arte.
Informações Práticas e Inscrição
A atividade é totalmente gratuita, mas requer inscrição prévia. O evento é direcionado para maiores de 16 anos.
Para te inscreveres, contacta o museu através de 244 839 675 (chamada nacional) ou envia um email para [email protected]. O projeto conta com o apoio do Município de Leiria.
Detalhes do Evento
- O quê: Museus Imaginários – Residência Artística
- Onde: m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento
- Quando: 14 de novembro de 2026, das 14h30 às 15h30
- Custo: Gratuito (inscrição prévia obrigatória)
- Público: Maiores de 16 anos
- Contacto: 244 839 675 ou [email protected]
Museus Imaginários – Apresentação da Residência Artística
A dança invade o museu em 2026. O m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento abre as portas ao projeto “Museus Imaginários”, uma experiência única onde o público deixa de ser espectador para se tornar protagonista. Nesta residência artística concebiday pela bailarina Inesa Markava, vais descobrir como o corpo e o movimento transformam a relação com a arte em espaço expositivo.
O que é Museus Imaginários?
Muito mais do que assistir: participas ativamente numa tarde de criação artística seguida de apresentação ao vivo. Este é o conceito inovador que o m|i|mo traz para Leiria, desafiando quem entra pelas portas do museu a repensar o papel da dança nas galerias.
Mergulha numa formação diferente
A residência oferece uma breve formação em mediação artístico-cultural em contexto museológico. Através de exercícios práticos e reflexão filosófica, vais explorar o potencial transformador do movimento como ferramenta de diálogo entre arte e visitante. Não é necessária experiência anterior em dança — o que importa é a vontade de participar e explorar.
Porquê participar?
Se procuras atividades culturais em Leiria que fogem do comum, esta é a tua oportunidade. Compreender como a dança ressignifica espaços expositivos muda a forma como observas arte. Uma tarde bem aproveitada, com aprendizagem e criatividade.
Informações práticas
Data: 21 de novembro de 2026, das 14h30 às 15h30
Local: m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, Leiria
Entrada: Gratuita
Inscrição: Prévia e obrigatória
Para te inscreveres ou esclareceres dúvidas, contacta o museu pelo telefone 244 839 675 ou envia um email para [email protected].
A atividade é promovida pelo m|i|mo com apoio da Câmara Municipal de Leiria.
Museus Imaginários – Residência Artística
Museus Imaginários – Uma Residência Artística para Descobrir o Corpo em Movimento
O m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento convida-te a participar numa experiência única de dança e mediação artística. No dia 1 de dezembro de 2026, entre as 14h30 e as 15h30, a bailarina Inesa Markava dinamiza uma residência artística que transforma o público em protagonista ativo do espaço museológico.
Mergulha no Potencial do Corpo como Ferramenta de Diálogo
Aqui, não é para observares passivamente. Esta é uma tarde de formação em mediação artístico-cultural que explora como o movimento e o corpo podem criar pontes autênticas entre a arte e quem a visita. Através de exercícios práticos combinados com reflexão filosófica, vais compreender o papel transformador da dança nas exposições.
Sem necessidade de experiência anterior em dança, o projeto “Museus Imaginários” propõe-se desafiarte a olhar a arte de forma radicalmente diferente. É sobre sentir, experimentar e descobrir como o movimento reescreve a relação entre corpo, espaço e criatividade num contexto de museu.
Informações Essenciais
- Local: m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento
- Data e Hora: 1 de dezembro de 2026, das 14h30 às 15h30
- Público-alvo: maiores de 16 anos
- Entrada: Gratuita (inscrição prévia obrigatória)
- Contacto: 244 839 675 ou [email protected]
Organização: m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento | Apoio: Município de Leiria
O povo da montanha
O Povo da Montanha: Uma Viagem Sensorial sobre Perda e Resistência
A Leirena Teatro traz ao palco do Teatro José Lúcio da Silva um espetáculo que desafia as convenções. O Povo da Montanha é muito mais do que teatro — é uma experiência imersiva onde o barro, as canas de bambu e os tecidos ganham vida sob o olhar atento de uma comunidade forçada ao abandono.
No dia 1 de dezembro de 2026, às 21h30, mergulha numa narrativa poética sobre a pertença, o colapso e aquilo que persiste quando tudo é arrancado. Este é um espetáculo pensado para qualquer pessoa — disponível em Língua Gestual Portuguesa, audiodescrição e folha de sala acessível.
Linguagem Simbólica e Criação Coletiva
Inspirado na obra do sociólogo Colin Turnbull e na adaptação dramatúrgica de Peter Brook, o espetáculo recusa o exotismo e o literalismo. Em seu lugar, aposta numa linguagem simbólica que cruza teatro físico, instalação plástica e som ao vivo.
A direção de Frédéric da Cruz P. conduz sete intérpretes por uma jornada onde o corpo se transforma em paisagem. Destaque especial para o artista plástico Nuno Viegas, que manipula os elementos cenográficos em tempo real, enquanto a banda sonora original de Surma percorre cada momento com teclados, samplers, cordas e loop stations.
Uma Experiência de 90 Minutos sem Intervalo
Com duração de 90 minutos ininterruptos, o espetáculo é indicado para públicos a partir dos 14 anos. A direção de movimento, assinada por Bruno Pardo, e a direção plástica de Nuno Viegas criam uma ambiência eletrónica, envolvente e inquietante.
O resultado? Uma reflexão profundamente humana sobre o território, a adaptação e aquilo que consegue resistir diante da destruição.
Informações Práticas do Evento
Espetáculo: O Povo da Montanha
Local: Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
Data: 1 de dezembro de 2026
Hora: 21h30
Duração: 90 minutos (sem intervalo)
Público-alvo: M/14
Acessibilidade: Língua Gestual Portuguesa, audiodescrição e folha de sala acessível
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Museus Imaginários – Apresentação da Residência Artística
O m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento abre as portas a uma experiência diferente em dezembro. “Museus Imaginários” é um projeto inovador que transforma o visitante em participante ativo, convidando-o a explorar a dança e o movimento dentro de um espaço museológico.
Uma tarde de criatividade e movimento
Concebido e dinamizado pela bailarina Inesa Markava, este projeto propõe uma residência artística que funciona como uma oficina única. Durante uma tarde inteira, o público participa ativamente em atividades práticas onde o corpo se torna ferramenta de expressão e diálogo com a arte.
Não é necessária qualquer experiência anterior em dança. A sessão é aberta a todos, independentemente de formação. Trata-se de um espaço de descoberta onde movimento, arte e reflexão se cruzam de forma natural.
O que esperar da experiência
A formação inclui uma breve abordagem de mediação artístico-cultural em contexto museológico. Através de exercícios práticos e reflexão filosófica, explora-se o potencial da dança como ferramenta de conexão entre público e obra.
Ao final da tarde, há uma apresentação pública dos resultados da residência, onde os participantes partilham a sua experiência criativa.
Informações práticas do evento
Data: 8 de dezembro de 2026
Hora: 14h30 às 15h30
Local: m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, Leiria
Preço: Gratuito (inscrição prévia obrigatória)
Contacto: 244 839 675 ou [email protected]
Organização: m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento
Apoio: Município de Leiria
Jardim Luís de Camões
Em plena malha urbana, o Jardim Luís de Camões faz parte da memória de todos os leirienses.
Mantém-se como ponto de encontro e de convívio, com a sua centralidade a servir de palco a iniciativas culturais e desportivas.
Inaugurada a 10 de junho de 1980, aqui está instalada uma escultura em betão que retrata o autor de “Os Lusíadas”, criada pelo escultor Fernando Marques.
O Jardim acolhe também a estátua “Pastor Peregrino”, de Anjos Teixeira (filho), inaugurada em 1959, e que presta homenagem ao escritor leiriense Francisco Rodrigues Lobo.
Centro Histórico de Leiria
O desafio é deambular pelo ‘casco velho’ de Leiria, que tem vindo nos últimos anos a rejuvenescer, seja com uma nova dinâmica comercial, seja com propostas culturais, como festivais ou rotas literárias.
Por ruas e ruelas, o visitante pode tentar reconstruir os passos do padre Amaro e Amélia, figuras centrais do famoso romance de Eça de Queirós, ou deixar-se levar ao acaso por um espaço rico em elementos arquitetónicos.
Da Praça Rodrigues Lobo ao Castelo, são múltiplos os itinerários possíveis.
O Largo Cândido dos Reis (antigo Terreiro), a Fonte do Freire, a Rua de D. Afonso De Albuquerque e o Largo Paio Guterres (‘Gato Preto’) são apenas algumas sugestões de locais de interesse.
Não deixes de passar na Rua Direita (Rua Barão de Viamonte), que não faz propriamente jus ao nome, já que de direita tem muito pouco.
Podes também usufruir do percurso Polis, que, acompanhando o rio Lis, proporciona um passeio agradável, seja para a prática de exercício físico, seja para momentos em família.
De noite ou de dia, este é um Centro Histórico que não podes deixar de visitar, com dezenas de histórias para te contar e reviver.
Se não sabes por onde começar, conhece a cidade fazendo o percurso Rota Leiria Histórica.
Sé de Leiria
A Sé de Leiria é um templo histórico que domina a paisagem urbana de Leiria, localizado no coração da cidade. Este monumento religioso é um dos pontos de referência mais importantes do concelho, refletindo séculos de história e arquitectura portuguesa.
Construída ao longo de várias épocas, a Catedral apresenta uma fusão de estilos arquitetónicos que contam a evolução do gosto e das técnicas construtivas. O seu interior é marcado por uma atmosfera solene, com detalhes que merecem uma observação atenta. O espaço sagrado convida ao repouso e à contemplação, oferecendo um refúgio tranquilo no meio da cidade.
O Largo da Sé, onde se implanta o monumento, é um espaço privilegiado para compreender a importância cultural e religiosa que Leiria sempre teve. A localização estratégica torna-a acessível e permite apreciar a arquitectura não só no interior como também na perspetiva exterior, onde a silhueta do edifício se destaca na skyline local.
Se procuras entender as raízes históricas de Leiria e apreciar um exemplo notável de arquitectura religiosa portuguesa, a Sé é uma paragem obrigatória. Uma visita rápida ou uma exploração mais demorada revelam sempre pormenores interessantes que fazem deste monumento um espaço com alma própria.
Rio Lis
O Rio Lis é um dos símbolos naturais de Leiria, um espaço que combina a beleza da natureza com a história da região. Localizado no coração do concelho, este rio oferece um cenário perfeito para quem quer escapar ao bulício citadino e meter os pés em contacto com a água e a verdinha.
O que torna o Rio Lis especial é a sua versatilidade. Podes aproveitar para um passeio tranquilo pelas margens, explorar os trilhos verdes que o acompanham, ou simplesmente sentar-te à beira e contemplar. É um espaço que muda de cara conforme a estação – na primavera há flores, no verão é um refúgio fresquinho, e no outono as cores são de deixar a gente em silêncio.
Para quem gosta de atividades mais ativas, o rio permite também banhos em zonas autorizadas durante os meses mais quentes. Alguns spots são ideais para fotografia de natureza, especialmente ao entardecer quando a luz fica mágica.
É o tipo de local que não está numa lista de “imprescindíveis” turísticos, mas que os locais conhecem bem e que vale totalmente a pena descobrir. Gratuito, acessível e sempre aberto – basicamente, não há desculpa para não ir.